Não deixei o corno gozar, fiz ele me fuder toda arrombadinha no cuzinho e ainda dividi a porra do comedor com o corno.
Relato do vídeo
Depois daquela foda gostosa no meio da trilha, a gente foi dar uma volta até o lago pra tomar uma água de coco e respirar um pouco. Eu tava com as pernas meio bamba ainda, sabe quando o corpo fica mole de tanto tesão? Pois é. Mas olha… era só olhar pra ele que já dava vontade de novo.
Na hora de voltar pro carro, o caminho era o mesmo… a trilha. E adivinha? A gente só se olhou e já entendeu tudo. Não ia dar pra passar por ali sem repetir a dose.
Entramos de novo no meio do mato, até o corno se deu bem. Eu já fui me encostando numa árvore, empinei a bunda, abaixei o shortinho que já tava grudado na minha pele de tanto que minha bucetinha ainda tava molhada e ele já veio com o pau duro me comendo por trás.
A sensação era uma delícia… o cheiro do mato, o risco de alguém aparecer, o pau entrando com força direto no meu cuzinho.
Eu mordia os lábios pra não gemer alto, mas confesso que o perigo me deixava ainda mais molhada.
As socadas foram ficando mais fortes, mais gostosas, até que eu virei, vi o corno se masturbando e quase gozando, falei na hora para ele parar, e que ele me comeria ali também. Foi quando o Escorpiano deu espaço pro corninho entrar e fuder meu cuzinho também já todo arrombado. No fim não demorou muito ele gozou gostoso, em seguida o comedor. Me ajoelhei e abri a boca, ganhei leite quentinho e ainda dividi tudo com o corno em um beijo delicioso de porra de outro macho.
A gente se olhou e caiu na risada, todos suados, com cara de safados. Saímos da trilha como se nada tivesse acontecido… mas por dentro, eu tava com a adrenalina a mil, com o corpo satisfeito e com a bucetinha toda melada da diversão.
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